Three Cute Cherries

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

HCor registra aumento de 122% nos atendimentos por intoxicação alimentar

O número de pacientes atendidos com intoxicação alimentar saltou de 280 para 624 por ano, entre 2009 e 2013, segundo levantamento realizado pelo HCor – Hospital do Coração. Isso representa um aumento de 122%. “As pessoas estão comendo cada vez mais fora de casa e, sem os cuidados devidos, isso pode representar a origem de muitas contaminações”, alerta o Dr. Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do HCor, responsável pelo levantamento.
Entre 2003 e 2009, o percentual das refeições fora de casa passou de 25,74% para 33,10% na área urbana e de 13,07% para 17,50% na área rural, segundo Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) do IBGE. “A falta de tempo para cozinhar, a distância entre local de trabalho e residência, além da crescente oferta de restaurantes por quilo, fast food e outros influenciam nesse padrão de comportamento”, afirma o Dr. Magnoni.
Dados do CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica), da Secretaria de Estado da Saúde, mostram números expressivos de intoxicação alimentar. Entre 2011 e 2012, foram confirmados 307 surtos de DTA (Doenças Transmitidas por Alimentos) no Estado de São Paulo, sendo que 282 foram casos de diarreia. É considerado surto quando duas ou mais pessoas apresentam a mesma doença após ingerirem água ou alimento da mesma origem. “Os alimentos podem ser contaminados de diversas formas, seja pelo manuseio inadequado, pelo armazenamento em condições desfavoráveis ou, até mesmo, por estarem a data de validade vencida”, alerta o Dr. Magnoni.
O médico alerta para o movimento das “Food Trucks”, que tem ganhado cada vez mais destaque nas grandes metrópoles. “É uma tendência saudável e moderna, mas que deve ser acompanhada por normas rígidas de segurança alimentar para garantir condições básicas de higiene e evitar intoxicações alimentares”, frisa o pesquisador.

MANUAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR

Para mostrar à população como se proteger da intoxicação alimentar, o serviço de Nutrologia e Nutrição Clínica do HCor, aliado ao Instituto de Metabolismo e Nutrição – IMeN, à consultoria ORACULUM – Inteligência em Nutrição e Saúde, e à diretoria de Nutrição do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, desenvolveu um manual básico, educacional e normativo das práticas seguras na alimentação fora de casa. Intitulado “Decálogo da Alimentação Segura”, o manual traz em 10 indicações os principais cuidados com alimentação em restaurantes e lanchonetes.

VEJA ABAIXO:

  1. Procure um estabelecimento limpo e com demonstrações objetivas de preocupação na higiene do ambiente e dos funcionários, observe a movimentação dos funcionários na reposição dos pratos expostos;
  2. Atenção às preparações gastronômicas e culinárias com alimentos que podem ser reaproveitados de um dia para o outro;
  3. Evite alimentos de origem animal que sejam apresentados na forma crua, mesmo que sejam pratos culturais;
  4. Verifique se os alimentos apresentados em buffets estão adequadamente refrigerados. Existem legislações sobre refrigeração e temperatura de alimentos em buffets;
  5. Evite cremes e molhos para salada que não estejam sob refrigeração. Observe as datas de validade dos produtos industrializados e as etiquetas de fabricação nos alimentos manipulados;
  6. Observe se os alimentos quentes estão expostos por muito tempo, evite aqueles que já estão mornos e deveriam ser servidos quentes;
  7. Fique atento às frituras e grelhados, sempre prefira os que são produzidos segundo a necessidade da demanda e dentro de boa visibilidade do cliente;
  8. Evite sobremesas e bolos com recheios cremosos baseados em leite e ovos;
  9. Prefira buffets com proteção aos alimentos expostos, como vidros sobre o balcão self service.
  10. Por fim, às vezes, o responsável pode ser você mesmo. Lave sempre as mãos antes das refeições!
(*) Com informações de Assecom HCor
Fonte: Perfil News

Baile de formatura termina com convidados no hospital por intoxicação alimentar


Pelo menos 20 pessoas passaram mal durante a festa de graduação dos formandos do curso de Comunicação Social da Universidade de Taubaté. Alguns convidados acreditam que a comida japonesa servida na festa por ter causado a intoxicação.


http://noticias.r7.com/record-noticias/videos/baile-de-formatura-termina-com-convidados-no-hospital-por-intoxicacao-alimentar/idmedia/4f98334a3d142040f58c5e54.html

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Regras de segurança e higiene alimentar em buffets

Os buffets oferecem uma grande variedade de pratos e iguarias que satisfazem o paladar dos clientes mais exigentes. Com o aproximar da época das festas, amigos e familiares reúnem-se para celebrar e os buffets são uma forma muito prática que agrada a todos. A apresentação de muitos pratos diferentes ao mesmo tempo, para uma escolha variada, obriga a expor os alimentos ao ambiente, o que torna difícil o controlo da temperatura. Ao saborear um delicioso buffet, o público deve tomar certas precauções de Segurança Alimentar.

Perigos alimentares nos buffets
1.          Entre a grande variedade de alimentos, alguns são servidos crus, como as ostras, e as especialidades japonesas sushi e sashimi;
2.          As condições de apresentação dos alimentos podem ser impróprias, em termos de temperatura e na forma de separar os alimentos crus dos cozidos;  
3.          Os alimentos ficam expostos durante muito tempo;  
4.          Contaminação cruzada entre alimentos, provocada pelos clientes, ao servirem-se de forma imprópria.

Para minimizar os riscos associados a estas condições, devem observar-se as seguintes regras de segurança alimentar nos buffets.

Dicas para os comerciantes/o comércio
1.          Adquira gêneros alimentícios apenas de fornecedores autorizados, com fontes de abastecimento confiáveis;
2.          Os alimentos devem estar bem tapados durante o transporte da cozinha para a mesa do buffet, para evitar contaminações durante o trajeto;
3.          Não coloque os alimentos à mostra antes do tempo necessário e apresente-os sempre em quantidades pequenas, para evitar que estejam expostos à temperatura ambiente por mais de duas horas;
4.          Verifique as condições em que os alimentos são servidos. Os pratos frios devem ser mantidos no frigorífico ou em gelo, a uma temperatura inferior a 5ºC, ao passo que os pratos quentes devem ser mantidos a uma temperatura superior a 60ºC;
5.          Os pratos frios e os quentes devem estar separados, e os clientes devem ter talheres diferentes para se servir, evitando-se assim a contaminação cruzada de alimentos;
6.          Substitua regularmente os talheres de utilização comum na mesa do buffet
7.          As sobras alimentares não devem voltar a ser apresentadas e nunca ser introduzidas na confecção de novos pratos;
8.          O pessoal deve prestar atenção às condições de higiene do restaurante e retirar de imediato quaisquer alimentos ou talheres suspeitos de contaminação;
9.          Verificar o respeito pelas práticas higiênicas. Trabalhadores doentes não devem manusear alimentos e feridas nas mãos devem estar cobertas com pensos;
10.      Mantenha o restaurante sempre limpo e asseado.

Dicas para o público
1.          Visite apenas restaurantes licenciados, com bom nome e instalações limpas;
2.          Lave bem as mãos com sabão líquido, antes e depois das refeições;
3.          Para se servir, utilize os talheres de utilização comum. Sirva os alimentos frios ou crus em pratos diferentes dos alimentos quentes, para evitar contaminação cruzada;
4.          Verifique a temperatura dos alimentos. Não consuma alimentos com um odor intenso e, se for esse o caso, informe de imediato o pessoal para este tomar as medidas adequadas;
5.          Verifique as condições de apresentação dos alimentos. Os pratos frios devem ser mantidos na refrigeração ou colocados em gelo, a uma temperatura inferior a 5º C e os pratos quentes a uma temperatura superior a 60º C;
6.          Utilize um prato limpo, sempre que voltar a servir-se no buffet;
7.          Não coloque muita comida no prato, para evitar que ela esteja exposta ao ambiente por muito tempo, o que facilita a proliferação de bactérias;
8.          Nunca se sirva diretamente com as mãos.

Recomenda-se ao público que mantenha uma dieta equilibrada e evite a tendência do consumo excessivo, quando desfrutar de iguarias. Como os pratos frios ou crus não são aquecidos para consumo, estão mais sujeitos à proliferação de bactérias. Este tipo de alimentos, como as ostras,sushisashimi, saladas e sobremesas frias, devem ser consumidos com moderação.

Fonte: http://www.foodsafety.gov.mo/p/info/default.aspx 

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Voluntários da Copa passam mal após comer refeição em Brasília

Trinta e seis voluntários da Copa do Mundo passaram mal após comer refeição no sábado (14) servida no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, por uma empresa terceirizada contratada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa). O caso aconteceu um dia antes do jogo entre Equador e Suíça, no Estádio Mané Garrincha.
Segundo o gerente de Alimentos da Vigilância Sanitária do Distrito Federal, André Godoy, foram servidas 300 refeições compostas de arroz, feijão, carne, frango e macarrão com molho branco. Os voluntários relataram que, na madrugada de domingo (15), começaram a apresentar diarreia, vômito e dores abdominais. “Não foi infecção porque não tiveram febre. Os sintomas são de intoxicação.”
O alimento congelado servido aos voluntários vem de São Paulo. Para Godoy, a falha pode ter ocorrido na etapa da produção ou na distribuição da comida no ginásio. “Os maiores suspeitos são a carne e o molho branco. Mas foi um problema pontual, já que não voltou a ocorrer no domingo e na segunda-feira (16)”, disse. As amostras de alimentos foram enviadas para um laboratório e o resultado deve estar pronto amanhã (18).
Em nota, a Fifa informou que o Comitê Organizador Local (COL) está prestando todo o apoio necessário para que a Vigilância Sanitária do Distrito Federal (DF) possa apurar o que causou o mal-estar. “Assim que o resultado da análise sair, acompanharemos de perto as medidas a serem tomadas pela empresa terceirizada contratada para impedir que a situação se repita. É importante ressaltar que os serviços de alimentação providos para voluntários e staff do COL, em todas as sedes, são integralmente acompanhados por nutricionistas e que o projeto cumpre todas as normas da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Todos os voluntários se recuperaram e passam bem".
A Secretaria de Saúde do DF informou que, desde quinta-feira (12), dia de abertura da Copa, 65 pessoas foram atendidas na Fifa Fan Fest, no Taguaparque, em Taguatinga. No domingo, dia do jogo em Brasília, 48 pessoas foram atendidas no estádio e arredores. Nenhum caso grave foi registrado.
FONTE: AGENCIA BRASIL

Cliente encontra rato dentro de wrap com salada

Um cliente de um restaurante em Nova York (EUA) achou um ingrediente que não havia solicitado dentro do wrap com salada que pedira: um rato morto.
O incidente ocorreu em uma filial da rede Chop't, especializada em saladas frescas. Amigos do cliente envolvido publicaram nas redes sociais imagens documentando o episódio bizarro:
Reprodução/Twitter
De acordo com o site "Gothamist", Tony Shure, fundador da Chop't, tomou conhecimento do caso e decidiu fechar temporariamente a filial, até que tudo seja higienizado.
Fonte: O Globo

terça-feira, 24 de junho de 2014

Curso on line de manipulação de alimentos já está disponível

A Anvisa disponibilizou, na quarta-feira (18/06), uma página dedicada ao curso de boas práticas de manipulação em serviços de alimentação.
Imagem: Anvisa
Imagem: Anvisa

O curso tem como objetivo capacitar, apoiar e auxiliar os manipuladores de alimentos a aperfeiçoarem o controle sobre requisitos na categorização dos alimentos, reduzindo assim as doenças associados ao consumo.

O curso tem carga horária de 12 horas, possui oito módulos, é gratuito e pode ser realizado pelos funcionários de restaurantes, cantinas, bares e lanchonetes ou por responsáveis desses estabelecimentos para capacitação dos funcionários. Donas de casa, empregados domésticos, cuidadores também podem melhorar suas práticas domésticas de preparo e armazenamento de alimentos realizando esse treinamento.

Os inscritos terão a oportunidade de conhecer as formas seguras de preparar os alimentos e as principais regras da Vigilância Sanitária. Ao final do curso, os participantes que concluírem satisfatoriamente a avaliação irão obter um certificado e estarão aptos a realizar tarefas com mais qualidade e segurança.

Confira no vídeo abaixo a apresentação do curso.
http://www.youtube.com/watch?v=pLm2H2TTB0o

Para acessar o curso basta clicar aqui ou no banner do curso, que está localizado no lado direito da página principal da Anvisa.
Fonte: Anvisa em 20 de junho de 2014 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Embalagem do Pão de Queijo Topfood é da Indústria da Imagem

A Topfood Alimentos lança o seu pão de queijo gourmet em uma embalagem que se destaca no PDV não somente pelo design gráfico, mas também pela forma inovadora, a de uma fatia de queijo.
O projeto foi baseado no conceito de que o produto tem grande quantidade de queijo em sua composição. Os elementos gráficos visam explorar o conceito de produto gourmet, demonstrando ao consumidor que o produto possui diferenciais de qualidade superior.
Além disto, as informações da embalagem possuem valores de atenção diferenciados criados com relevo e aplicação de verniz especial, seguindo a lógica de etiquetação e marcação feita nos queijos “gourmet”. Juntamente a isto também cria uma sugestão de montagem diferenciada no PDV, onde a união de seis embalagens forma uma replica de um queijo.
Paralelamente a estes atributos, a forma da embalagem é construída sem a utilização de cola, diminuindo custos e possibilitando que informações, como o modo de preparo, ocupem a parte interna.
As cores dão clareza e distinção ao produto diante dos concorrentes do mercado “gourmet”, por não utilizar a mesma paleta característica, chamando a atenção tanto na primeira compra quanto na recompra.
Todo o trabalho de design é assinado pela agência mineira Indústria da Imagem, que desenvolveu o projeto, criou a logomarca, o design gráfico e a forma da embalagem.


 

VISITE O SITE: 
www.industriadaimagem.com.br

Coca-Cola lança tampinhas funcionais que podem ser reutilizadas

As tampinhas de plástico da Coca-Cola ganharam uma segunda vida na campanha “2nd Lives”. Por meio da ação, foi lançada uma linha de 16 tampas funcionais de garrafas que podem ser reutilizadas após o consumo.
Pincel, squeeze, apontador de lápis e canetas de colorir são alguns dos objetos divertidos e úteis desenvolvidos pela empresa a partir de tampinhas, que seriam descartadas, acopladas a outras ferramentas. A ideia da iniciativa mostra que, com um pouco de criatividade, as garrafas podem ter infinitos usos, prolongado seu tempo de vida, antes de ser reciclada.
 
 
Lançada no Vietnã, a campanha da Coca-cola se uniu à agência de publicidade Ogilvy & Mather China para criar o conceito, que reafirma um hábito que muitas pessoas já têm de reutilizar garrafas de plástico.

Fonte: Revista Embalagem e Tecnologia- 11/06/2014

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Fábrica de macarrão causa polêmica após fotos mostrarem funcionários se divertindo com os pés sobre o alimento

Uma fábrica de macarrão chinês causou polêmica após fotos mostrarem funcionários brincando com seus pés descalços sobre o alimento. O caso gerou um escândalo alimentar no país.
As imagens foram registradas disfarçadamente, mostrando funcionários chutando pilhas de produto semelhante a massa de um espaguete. O macarrão fica espalhado pelo chão da fábrica, e é ensacado antes de chegar até os supermercados.
A fábrica acabou fechada temporariamente, e foi aconselhada a melhorar suas condições de higiene. O caso chama a atenção para a higiene dos produtos chineses, devido as precárias fiscalizações ocorridas nos setores alimentícios locais.
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Fábrica de macarrão causa polêmica depois que seus funcionários aparecem descalços sobre os produtos.
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Fonte: Shangaiist

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Conheça 9 tipos de arroz para colocar no prato

Assim como o sal e o açúcar, o arroz é um alimento muito presente na mesa dos brasileiros e também de outras culturas ao redor do mundo. Aqui no Brasil o arroz mais comum é o agulha ou arroz branco, mas além deste existem também outros tipos de arroz com diferentes texturas e sabores, alguns até específicos para determinados tipos de pratos e culinárias. Esta reportagem do site Minha Vida, explica quais são os 9 tipos de arroz mais comuns e quais são as suas diferenças e benefícios.

Arroz Polido ou agulha

Esse é o arroz mais comum, também chamado de arroz branco ou tradicional. Como tem sua “casca” retirada durante o seu processo de fabricação – por isso recebe o nome de polido – não é um dos tipos de arroz mais nutritivos. O seu ponto forte é ser o mais barato, mais fácil de encontrar e o que tem maior funcionalidade, podendo ser usado para fazer uma lista grande receitas. Além disso, o arroz polido é que demora menos tempo para ficar pronto. A proporção de água deve ser de duas xícaras de água para cada uma de arroz, para que ele fique macio sem ficar com o aspecto “papa” ou grudento.
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Arroz integral

Por não passar pelo processo normal de industrialização, o arroz integral mantém a camada externa do grão, conservando as suas principais qualidades e contém três vezes mais fibras do que o industrializado, cinco vezes mais vitaminas e quatro vezes mais magnésio. “Além de ter vitaminas A, B1, B2, B6, B12 e minerais, é rico em fibras, que ajudam a manter o intestino regulado”, diz a nutricionista. O integral pode ser encontrado com facilidade, mas o seu preço é maior que a versão tradicional.
Na hora de preparar um prato com arroz integral, é importante lembrar que ele demora mais para ficar pronto e precisa de mais água para ficar com uma consistência boa para consumo. Deve-se usar o mesmo número de xícaras de água e de arroz e esperar pelo menos duas vezes mais tempo até tirá-lo da panela.
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Arroz parboilizado

 Esse tipo de arroz, assim como o integral, está caindo cada vez mais no gosto dos brasileiros. Ao passar por um tratamento hidrotérmico (água fervente), que consiste em cozinhar parcialmente os grãos com casca, parte das vitaminas e minerais passam da casca para o interior do arroz, aumentando o valor nutritivo e concentrando uma maior quantidade vitaminas do complexo B em cada grão. “O processo hidrotérmico enriquece a parte interna do arroz, deixando-a com valores nutritivos próximos ao arroz vendido com casca. Além disso, a temperatura superior a 58 graus usada no processo de parboilização muda a composição do amido, fazendo com que o arroz absorva ainda mais nutrientes da casca”, diz Audrey Abe. Facilmente encontrado, principalmente em lojas de produtos naturais, esse tipo de arroz segue o mesmo padrão de preparo do arroz branco, já que não tem casca.
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Arroz Cateto ou Japonês

Como o próprio nome já diz, essa variedade é a base da culinária japonesa. Com grãos curtos, curvados e um pouco transparentes, têm grande quantidade de amido e, após o preparo, tende a ficar mais macio e cremoso, se comparado com o arroz polido. Ele também pode ser encontrado com grãos que mantêm a sua casca e o gérmen, concentrando assim o seu valor nutricional. “Esse tipo de arroz também tem a sua versão “integral”, que conserva maiores quantidades de vitaminas do complexo B e minerais”, explica a nutricionista.
Para deixar o arroz cateto mais macio, sem que ele fique grudado, é importante deixá-lo um pouco mais de tempo cozinhando do que o arroz tradicional, seguindo o padrão de uma xícara de água para cada duas de arroz. Possui o grão mais arredondado e concentra bastante amido, conferindo consistência cremosa. Também tem uma incrível capacidade de absorver condimentos. Por isso, é o mais indicado para preparações de risotos. “Como não possui casca e não passa por nenhum processo que conserve seus nutrientes, o arroz arbóreo tem o mesmo valor nutricional do arroz tradicional”, diz Audrey Abe. Ele pode ser encontrado em redes de supermercados normais, e o seu modo de preparo é o mesmo do arroz tradicional.
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Arroz arbóreo

Possui o grão mais arredondado e concentra bastante amido, conferindo consistência cremosa. Também tem uma incrível capacidade de absorver condimentos. Por isso, é o mais indicado para preparações de risotos. “Como não possui casca e não passa por nenhum processo que conserve seus nutrientes, o arroz arbóreo tem o mesmo valor nutricional do arroz tradicional”, diz Audrey Abe. Ele pode ser encontrado em redes de supermercados normais, e o seu modo de preparo é o mesmo do arroz tradicional.
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Arroz basmati ou indiano

Famoso por seu aroma adocicado de nozes, o diferencial do arroz basmati em relação ao comum é o seu gosto mais forte e a sua capacidade de reter água durante o preparo sem que os grãos fiquem grudados uns nos outros. “Os grãos deste tipo de arroz são bem mais longos e ficam ainda mais compridos quando cozidos. Mesmo que os níveis nutricionais sejam praticamente iguais aos do arroz branco, ele pode ser usado em ocasiões especiais para variar o cardápio”, diz a especialista.
O arroz indiano é mais caro que o tradicional, e só é encontrá-lo em lojas especializadas em produtos naturais ou orientais. Como já possui um gosto bastante característico, ele dispensa a adição de temperos durante o preparo.
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Arroz vermelho

O arroz vermelho é rico em monocolina, substância que pode auxiliar na redução do nível de LDL (colesterolruim) no sangue, aquele que pode causar infartos e derrames cerebrais.
Além disso, segundo a nutricionista, o extrato desse tipo de arroz pode auxiliar na circulação sanguínea, na digestão e nas funções intestinais. Apresenta também três vezes mais ferro e duas vezes mais zinco que o arroz branco. O preparo pode ser feito da mesma maneira que o arroz tradicional. Ele também é bastante acessível e pode ser encontrado em redes de supermercados.
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Arroz negro

Apesar de ainda não ser muito popular, o sabor e a cor acastanhada do arroz negro podem ser novidade por aqui, mas já é conhecido na China há milhares de anos. “Este tipo de arroz contém 20% a mais de proteínas e 30% a mais de fibras em relação ao arroz integral”, diz Audrey Abe. Quer mais? Ele tem um elevado teor de ferro, menos gordura e menor valor calórico. Análises do produto também apontaram o grande conteúdo de compostos fenólicos, substâncias antioxidantes, que combatem os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce, doenças crônico-degenerativas, problemas cardiovasculares e até câncer.
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Arroz selvagem

Ainda pouco encontrado no Brasil, o arroz selvagem, apesar do nome, não é um arroz de verdade, mas um tipo diferente de gramínea. Os grãos são escuros (marrons e pretos) e o seu comprimento é três vezes maior que o do arroz comum, tendo em seu interior um aspecto claro e macio. “Ele é bastante usado na culinária oriental, mas como são poucos os lugares em que é produzido (Estados Unidos e Canadá), ainda é pouco conhecido no Brasil e difícil de ser encontrado fora de lojas especializadas em produtos naturais”, diz a nutricionista Audrey Abe.  As suas qualidades nutricionais também chamam a atenção, pois este grão é pobre em gorduras e rico em proteínas, a lisina (uma aminoácido benéfico ao corpo) e fibras. É também uma boa fonte de potássio, fósforo e vitaminas.
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E ai, acharam interessante? Como pode um mesmo grãozinho ter tanta variedade! Agora você já sabe quais são os tipos de arroz e como utilizá-los.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Surpresa: moradora do DF encontra larvas dentro de bombom

A analista de comunicação Paola Marcela Neves encontrou uma surpresa desagradável em um chocolate que ganhou. Ao abrir um bombom Ouro Branco, ela viu larvas saindo de dentro do produto. O caso aconteceu na última sexta-feira (09/05) no Gama (DF). Antes, ela havia comido outros bombons iguais.  
— Fiquei assustada. Sempre como deste bombom.  
Após encontrar as larvas, ela fotografou o bombom e o jogou no lixo. Segundo ela, o produto estava dentro do prazo de validade, impresso na embalagem.  

Paola afirma que havia ganhado o chocolate. Ela entrou em contato com a Lacta, fabricante do produto, pela página da empresa no Facebook. Nesta segunda-feira (12), a empresa entrou em contato com Paola para tentar recolher o bombom para análise, o que não foi possível, pois o produto havia sido jogado no lixo. Por telefone, a fabricante prometeu enviar chocolates à consumidora.  
Por meio de nota, a Mondelez Brasil, grupo ao qual a Lacta pertence, informa que lamenta situações como esta e que possui “ rigorosos controles de qualidade que garantem que os produtos saiam de nossas fábricas em perfeitas condições de comum”. A fabricante informa que “infestações como as relatadas podem ocorrer caso, nos pontos de venda, os produtos sejam armazenados ou expostos de maneira inadequada. Neste caso, existe o risco de que as embalagens sejam perfuradas por insetos, ainda que de forma imperceptível.
Fonte:  R7

Consumidora do DF encontra rato dentro de pacote de arroz

A cabeleireira Luciele Figueiredo da Silva, de 28 anos, encontrou em um pacote de arroz, da marca Brilhante, um rato morto. Segundo ela, a compra foi realizada em um supermercado de Samambaia, região administrativa do DF, no dia 13 deste mês. No mesmo dia que fez a compra, ela decidiu abrir o pacote, que estava lacrado, para colocar o arroz em uma vasilha. Quando o pacote foi aberto, a cabeleireira notou que havia algo junto ao arroz.

Quando percebeu que era um rato, a cabeleireira chamou o marido Carlos Murilo de Oliveira, 23 anos, que no mesmo instante foi ao supermercado levar o produto. No supermercado, segundo Carlos, o gerente recolheu a mercadoria e permitiu que ele escolhesse outro arroz de qualquer marca, para recompensar

Carlos deixou em casa a vasilha com o pouco de arroz que foi despejado. Ele conta que no mesmo pote ficaram pelos e fezes do rato. Depois de ir ao supermercado, Carlos procurou o Procon, onde foi orientado a entrar em contato com a vigilância sanitária ou o fórum da cidade.    

— Fui ao fórum, porém ficou faltando levar o endereço da fábrica para eles enviarem a notificação. Mas vou voltar com o endereço certo.

Procurada, a distribuidora Arrozeira Pelotas, responsável pela marca, diz que já havia visto fotos na internet mas que não recebeu qualquer tipo de notificação. O representante da empresa reiterou que o acontecimento é impossível devido aos processos de certificação de qualidade do produto, que passa por peneiras onde somente grãos conseguem ser filtrados.


Fonte: R7 - 16.05. 2014

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Procon Estadual autua oito restaurantes no Rio e descarta mais de 103kg de alimentos vencidos

O Procon Estadual, subordinado à Secretaria de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon), realizou nesta terça-feira (13/05) ação de vistoria em restaurantes especializados em comidas internacionais no Rio de Janeiro. A Operação Camisa 10 faz parte das operações voltadas à Copa do Mundo idealizadas pelo órgão. Dos 14 estabelecimentos fiscalizados, oito foram autuados e podem ser multados por falta de higiene e má conservação dos produtos. No total, foram descartados pelos fiscais 103kg e 500g de alimentos impróprios para consumo.
 
Só no restaurante Otto Al Mare, localizado na Tijuca, os agentes inutilizaram quase 59kg de frutos do mar sem especificação, tais como camarão, lula, lagosta, polvo, mexilhão, siri e peixes, além de 9kg e 500g de fubá vencidos. Na cozinha e na área de estoque chamaram atenção dos fiscais a falta de limpeza adequada. O estabelecimento deve sanar esse problema dentro de 24 horas, caso contrário, será interditado.
 
A falta de higiene também foi um problema detectado pelos fiscais na cozinha do Restaurante Baghdad. O caso, porém, era mais grave: os agentes deram prazo de 15 dias para melhorar as condições do local. Ainda no Baghdad, os fiscais encontraram 1kg e 300g de pão árabe vencidos, além de 300g de quibe cru, 500g de lentilha, 500g cordeiro e 3kg de carne cozida sem especificação da data de validade.
 
No Azurra, da Barra da Tijuca, foram encontrados 11kg de produtos fora do prazo de validade, entre pastas, aliche, azeitona, gorgonzola, purê e calda de banana. O local armazenava, ainda, 5kg e 305g de lula, molhos, queijos, e macarrão sem especificação quanto ao prazo de vencimento. Já no restaurante Arab, em Copacabana, foram flagrados 2kg e 200g de molho agridoce com a etiqueta de validade rasurada e mais 7kg de alimentos impróprios para consumo, entre jabuticaba, molhos, caldas, creme de leite e chá de gengibre.
Os restaurantes que não apresentaram irregularidades foram os seguintes: Beco do Alemão, Ettore e Frateli, todos na Barra da Tijuca; duas filiais do Mr. Chan, ambas no Centro; e uma filial do China In Box, no Méier.
 
Balanço da Operação Camisa 10:
 

1 - Otto Al Mare (Rua Uruguai, 380/Tijuca): 9kg e 500g de fubá vencidos; 24 ostras, 1kg de pão caseiro, 7kg e 800g de camarão, 200g de massa de siri, 4kg de cavaca, 4kg e 300g de cavaca, polvo, lula e camarão misturados, 3kg de lagosta, 16kg de peixes, 1kg e 500g de polvo, 1kg e 500g de salmão, 7kg de mexilhão, 12kg de lula e 500g de bacon sem especificação. Cozinha e área de estoque muito sujos, sendo determinada a limpeza dentro de 24h.
2 - Azurra (Av. das Américas, 7777/Barra da Tijuca): 415g de aliche, 514g de azeitona, 565g queijo gorgonzola, 2kg de molho de tomate, 2kg e 50g de purê, 2kg e 425g de calda de banana e 3kg de pastas do couvert vencidos; 365g de lula, 500g de macarrão, 900g de alcaparras, 910g de molho pesto e 2kg e 630g de queijos sem especificação.
3 - Herr Pfeiffer (Rua Conde de Bernadote, 26/Leblon): 250g de couve flor vencidos; 200g de massa, 500g de bacon, 800g de pato cozido, 1kg de carne e 1kg de queijo sem especificação.
4 - Restaurante Arab (Av. Atlântica, 1936/Copacabana): 900g de molho de salmão, 1kg de jabuticaba e 1kg e 400g de calda de damasco vencidos; 300g de creme de leite, 700g de leite e 2kg e 700g de chá de gengibre sem especificação; 2kg e 200g de molho agridoce com etiqueta de validade rasurada.
5 - Restaurante Baghdad (Rua Bolivar, 45/Copacabana): 1kg e 300g de pão árabe vencidos; 300g de quibe cru, 500g de lentilha, 500g cordeiro e 3kg de carne cozida sem especificação. Dado um prazo de 15 dias para limpeza da cozinha, sujeito a interdição caso não seja regularizada.
6 - Al Khayam (Rua do Ouvidor, 16/Centro): 450g de linguiça vencidos.
7 - Turino (Rua Santa Sofia, 114/Tijuca): 1 barril de chope de 50 litros vencido.
8 - Restaurante Faraj (Rua Gomes Carneiro, 131/Copacabana): 1 barril de chope de 50 litros vencido.
Fonte: Procon RJ / Food News

Rótulo que mais confunde do que informa

O alerta é do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). A entidade verificou as embalagens de 22 iogurtes, bebidas lácteas e leites fermentados para avaliar se a indústria se adequou às novas normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para as Informações Nutricionais Complementares (INC) — a Resolução 54/2012 que está em vigor desde janeiro. A INC, também chamada de alegação nutricional, é a informação usada pelo fabricante para descrever no rótulo do produto o nível de determinados nutrientes ou valor energético presente em alimentos. Ela é opcional, mas é comumente usada pelos fabricantes como forma de marketing. Dos 22 produtos avaliados, 13 traziam alegação nutricional. Entre estes, dez, ou 77% do total, estavam em desacordo com as novas regras.
Em vez de trazerem alegação e esclarecimento juntos, conforme prevê a norma, usavam ao lado da INC um asterisco (*) para justificar a explicação em outra área da embalagem. Por exemplo: a alegação “light” descolada da explicação “todo iogurte desnatado é light”. O objetivo da norma ao criar essa obrigação foi justamente evitar que o consumidor seja enganado com falsas alegações. A INC é apresentada no rótulo por meio de frases como: não contém açúcares, sem gorduras trans, baixo em calorias, fonte de cálcio, alto teor de fibras e rico em ferro, sem adição de açúcares e de sal, reduzido em calorias, reduzido em açúcares, aumentado em ferro, sem colesterol e baixo teor de gordura saturada.
Nem todo produto desnatado é zero gordura
Alimentos com alegações de redução em valor energético ou de determinado nutriente podem usar a expressão “light”. De acordo com a resolução, os alimentos que tiverem esse termo na embalagem têm de oferecer, no mínimo, 25% menos quantidade de nutriente específico — como calorias, açúcar, sódio ou gordura — em comparação a um produto convencional da mesma marca ou em relação à média do mercado.
— Se esta redução não for informada ou for feita incorretamente, o consumidor corre o risco de comprar um produto light que tem redução menor que outro, o que, em casos de intolerância a algum nutriente, pode trazer problemas à saúde — alerta a nutricionista e pesquisadora do Idec Ana Paula Bortoletto.
Por isso, ressalta Ana Paula, se a alegação está no painel principal, o esclarecimento também deve estar:
— Caso não seja possível fazê-lo dentro dos padrões exigidos, com pelo menos 50% do tamanho da INC, a alegação não pode ser veiculada.
Em entrevista por e-mail, a gerente de Produtos Especiais da Anvisa, Antônia Aquino, explicou que a implementação da resolução ocorreu para melhorar o acesso do consumidor “a informações relevantes sobre o conteúdo nutricional dos alimentos”, para que possa selecionar com mais qualidade o que consome.
Para a gerente da Anvisa, as novas regras também incentivam os fabricantes a reformularem produtos, fornecendo alternativas mais saudáveis. Além disso, ela acredita que, ao estabelecer critérios claros e objetivos para o uso da INC, o trabalho de fiscalização da agência foi facilitado. Antônia não comentou, no entanto, os resultados da pesquisa.
Em nota, a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) limitou-se a dizer que “trabalha em parceria com órgãos do governo e reguladoras para que a indústria desenvolva produtos em conformidade com a legislação e que atendam às demandas dos consumidores”.
Outro problema identificado diz respeito ao uso do termo “zero gordura”, encontrado em quatro dos 22 alimentos pesquisados. Desses, dois usaram a alegação “todo leite fermentado desnatado ou iogurte desnatado é zero gordura”. Segundo a nutricionista do Idec, essa afirmação não é necessariamente verdadeira, pois, de acordo com a classificação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), um alimento desnatado pode ter até meio grama de gordura por 100g de leite.
— O leite desnatado é um alimento com baixo teor de gordura, mas não zero gordura — complementa a nutricionista do Idec.
A Anvisa aconselha, ainda, que o consumidor também consulte a tabela de informação nutricional impressa nos rótulos, onde é possível encontrar informações sobre a composição do alimento. Apesar de a INC apontar uma qualidade nutricional específica do produto, não é possível identificar somente por meio dela se o alimento é mais ou menos nutritivo do que outro. Um produto com alegação sem açúcares, por exemplo, pode conter quantidades altas de gorduras saturadas e sódio.
Regra vale para todos alimentos
A regra da Anvisa vale para todo alimento embalado produzido e vendido no país, exceto bebidas alcoólicas, especiarias, vinagres, café, erva-mate e espécies vegetais para preparo de chás. No entanto, o Idec optou por realizar a pesquisa somente com produtos lácteos por se tratar de alimentos que compõem uma dieta saudável.
Segundo Antônia, a fiscalização do cumprimento da resolução é realizada por meio de inspeções sanitárias nas indústrias e no varejo, e de Programas de Monitoramento da Anvisa, feitas pelas vigilâncias sanitárias estaduais e municipais. Se forem identificadas irregularidades, adotam-se as medidas legais para evitar riscos à saúde da população e impedir a fabricação e venda do produto até que o problema seja corrigido. Dependendo do risco envolvido e da amplitude de distribuição do produto, a agência pode suspender a venda do produto nacionalmente.
O que mudou com a nova resolução
Cálculo da INC. Anteriormente, um alimento com elevado percentual de um nutriente poderia destacar sua presença, mesmo se representasse um percentual pequeno em relação ao valor recomendado para o consumo diário. Com os critérios atuais, o cálculo é feito com base na porção do alimento a partir dos valores diários de referência, o que permite ao consumidor ter uma visão mais realista do quanto daquele nutriente está de fato consumindo.
Novas alegações (INC). Oito novas alegações foram criadas: não contém gorduras trans; fonte de ácidos graxos ômega 3; alto conteúdo de ácidos graxos ômega 3; fonte de ácidos graxos ômega 6; alto conteúdo de ácidos graxos ômega 6; fonte de ácidos graxos ômega 9; alto conteúdo de ácidos graxos ômega 9; e sem adição de sal.
Light. Pela nova regra, os alimentos que tiverem o termo “light” na embalagem têm de oferecer, no mínimo, 25% menos quantidade de nutriente específico — como calorias, açúcar, sódio ou gordura — em comparação a um produto convencional da marca ou em relação à média do mercado.
Esclarecimentos. Toda advertência ou esclarecimento exigido em função do uso de uma INC específica (light, zero etc.) deve ser declarada junto à alegação, com o mesmo tipo de letra, com pelo menos 50% do seu tamanho, de cor contrastante ao fundo do rótulo e que garanta a visibilidade e legibilidade da informação. Para leites com a alegação fonte de proteínas, por exemplo, os fabricantes são obrigados a informar ao consumidor que todo leite é em si fonte de proteína. Ou seja, que essa é uma característica inerente do alimento, independentemente da marca.
Fonte: O Globo